Receitas mais leves para torcer na Copa

Chips de Batata-doce

Chips de Batata Doce

Lave bem e corte a batata em fatias bem finas, com ajuda de um ralador.

Coloque em um papel toalha, para absorver a água e deixá-las bem sequinhas. Polvilhe sal.

Coloque em um tabuleiro untado com óleo de coco, sem deixar uma fatia se sobrepor à outra.

Asse em forno pré-aquecido por cerca de 10 minutos, ou até ficarem crocantes.

Dica: pode ser feito com abóbora, mandioquinha, cará, inhame.

Falso pão de queijo

Falso pão de queijo

Ingredientes:

– 4 mandioquinhas
– 2 xícaras de polvilho doce
– 1/2 xícara de polvilho azedo
– 1/3 de xícara de azeite
– 1/4 de xícara de água morna
– Sal à gosto
Modo de preparo: Cozinhe a mandioquinha, esprema e espere esfriar um pouco para poder manusear. Misture o restante dos ingredientes e amasse até ficar homogêneo. Faça bolinhas e asse em forno pré-aquecido em temperatura baixa por 40 minutos.

Hambúrguer Saudável

Hamburguer Saldável

Ingredientes:

– Meio quilo de patinho moído

– Alho amassado

– 1 ovo

– Sal e pimenta à gosto

Modo de preparo: Junte todos os ingredientes, amasse bem e modele em formato de hambúrguer. Grelhe em frigideira anti-aderente, untada com óleo de côco de preferência.

Páscoa: Entenda como escolher o melhor tipo de chocolate

Os benefícios encontrados no chocolate como ação antioxidante,  anti-inflamatória, vasodilatadora, estão associados ao teor de cacau e dos compostos fenólicos responsáveis pelo seu gostinho amargo. Assim, é possível obter benefícios em chocolates que contenham em sua composição, pelo menos 50% cacau para crianças e a partir de 70% para adultos.

Dicas para escolher um ovo de páscoa saudável:

  • Os adultos devem escolher um chocolate que contenha 70% ou mais de cacau em sua composição.
  • Selecione aquele com menor teor de açúcar. Não compre aquele chocolate que tenha 70% cacau em sua composição, mas que o açúcar vem em primeiro lugar na lista de ingredientes.
  • Evite aqueles que contenham adoçantes tóxicos como: Ciclamato, Sacarina, Aspartame.
  • Se escolher ovos recheados, busque os que contenham castanhas e frutas secas em seu recheio.
  • Evite os que contenham gordura vegetal hidrogenada (Trans) ou gordura anidra de leite.
  • Cuidado com aqueles nomes esquisitos de conservantes, fuja deles.

Para a criança: criança deve ser criança! Dê à ela o chocolate que quiser e deixe-a curtir a Páscoa. Claro, se já houver consciência dos pais e educação nutricional da criança. Antes de liberar qualquer açúcar, saiba que açúcar é dado somente após os dois anos de idade. Antes disso, jamais!

Para a criança, na Páscoa, os horários de alimentação devem ser respeitados e depois introduzir o chocolate como sobremesa ou adicional à um lanche.  Isso evitará o consumo exagerado e problemas gastrointestinais depois.

Vamos entender a diferença entre os tipos de chocolates?

Chocolate branco:  Não possui a massa do cacau, do cacau mesmo, só possui 20% de sua manteiga. É o mais gorduroso e calórico dos chocolates… e sem benefícios. Por isso, por muitos nutricionistas já não o consideram chocolate.

Chocolate ao Leite: Contém grande concentração de gordura, açúcar, leite e até 25% de cacau.

Chocolate meio amargo:  Sua composição varia entre 40% à 60% de cacau. Tem menos gordura que o “ao leite” .

Chocolate amargo: de 70 à 90% de cacau na composição, possui vários benefícios com alta concentração de antioxidantes.

A alfarroba é uma alternativa ao chocolate convencional, sendo uma excelente opção para pessoas alérgicas ao chocolate, para celíacos e para pessoas intolerantes à lactose. Possui menor teor de gorduras, alto teor de fibras, de vitaminas e de minerais.

Chocolate à base de soja, também é uma opção de chocolate livre de proteína do leite, de lactose e de glúten, o que o torna alternativa para alérgicos à essas substâncias, para pessoas com intolerância à lactose e para celíacos, também.

Escolha com calma e tenha uma Feliz Páscoa!

Produção de carne de rã cresce no Brasil

Atualmente, consumo médio é de menos de 100 gramas por pessoa ao ano

A criação de rãs cresceu 8% no último ano no país, que é o segundo maior produtor da carne no mundo. A atividade é considerada muito rentável e está atraindo produtores rurais de outras culturas. E a expectativa é de mais crescimento, com a popularização do consumo médio, que hoje é de menos de 100 gramas por pessoa ao ano.

– Eu comecei por brincadeira, mas vi que era seria lucrativo. É um animal que se reproduz rapidamente e em quantidade grande – afirma o produtor rural José Messias.

Messias entrou no ramo há 36 anos. Hoje, integra uma associação de criadores em Hidrolândia, Goiás, que produz até 250 mil anfíbios por mês, o equivalente a 5 toneladas de carne. É o suficiente para abastecer não só o Estado, mas parte de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná.

– Temos várias ofertas, mas não temos produto suficiente. Por isso, a associação resolveu apostar nessas portas que estão abertas por aí – continua Messias.

Produtores rurais estão vendo na ranicultura uma oportunidade de renda. O retorno financeiro pode chegar a 30% em lucro, e a expectativa é de que o setor se consolide nos próximos anos.

– Nós temos sido procurados por muitos produtores, que estão colocando a rã pra complementar a renda familiar. E não precisa de mão de obra especializada, pois nós temos técnicos da Emater para orientar. É uma atividade rentável – afirma o técnico da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) Francisco Cabral.

Para começar o negócio, são suficientes R$ 15 mil, uma área de 500 metros quadros e uma caixa d’água de 3 a 5 mil litros, onde é possível criar de 30 mil a 50 mil rãs. O custo de produção é de R$ 6 a R$ 8 por quilo de carne. O ciclo entre a desova, o desenvolvimento do girino, a engorda e o abate dura cerca de sete meses. Atualmente, existem sete unidades de abate e 37 ranários em todo o país, de acordo com o último censo aquícola nacional. A maioria deles está no sudoeste do país.

– O consumo de carne de rã no Brasil pode dobrar, pois é um animal com um ciclo bastante curto de produção. Os estabelecimentos não exigem um investimento de grande manejo. O precisa é modificar os hábitos do brasileiro – afirma o coordenador-geral de inspeção do Ministério da Agricultura, Luiz Marcelo Araújo.

E motivos para consumir a carne de rã não faltam. Em valores nutricionais, a iguaria é mais saudável que os outros tipos de carne, como bovina e a de frango.

– A carne de rã é hipoalergênica. Ou seja, ela causa menos alergia ao organismo. Ela também é muito rica em proteína e tem baixíssimo valor de colesterol – afirma a nutricionista Cristiane Coronel.

Link da reportagem: http://pecuaria.ruralbr.com.br/noticia/2013/11/producao-de-carne-de-ra-cresce-no-brasil-4344544.html

Panquecas protéicas com Leite condensado de Whey Protein

Ingredientes da panqueca:

 

1 banana nanica

1 scoop de whey de chocolate ou baunilha

1 clara de ovo

 

Ingredientes da cobertura:

 

Whey Protein Smoothie Beauty Workout de baunilha

1 scoop de água

Frutas para decorar.

 

Modo de preparo:

 

Amassar muito bem a banana com um garfo, acrescentar a clara e whey e bater. Aqueça a frigideira e com uma concha pequena vá fazendo pequenos discos de panqueca. Doure dos dois lados. Para fazer a cobertura, basta bater na batedeira a água e o whey, até virar uma textura parecida de leite condensado. espalhe nas panquecas e decore com frutas!

Nutricionista ensina a comer bem fora de casa

A especialista deu dicas de alimentos pouco calóricos e de lanches saudáveis

Foto: Rodrigo de Oliveira

Valtemir Rodrigues (Notícia do Portal Sebrae)

Alimentação correta e dieta não significam passar fome. O alerta foi dado pela nutricionista Cristiane Coronel, do Serviço de Saúde Ocupacional (SSO) do Sebrae Nacional, aos colaboradores que participaram da oficina de nutrição nesta quinta-feira (10). Na ação, que faz parte da Semana Sebrae Um Jeito de Viver, ela disse que o segredo é fazer troca de alimentos calóricos e não saudáveis por aqueles integrais e ricos em fibras nutrientes.

Na oficina, deu exemplos de como montar um lanche saudável. “Troque os pães de queijos por pães integrais, consumam frutas variadas – principalmente as desidratadas- e abusem  dos grãos”, sugeriu. Veja abaixo mais recomendações da especialista sobre o que pode ser levado para comer fora de casa e ainda uma receita de sanduíche caseiro light.

Dicas

Barra de cereais simples, de granola ou de gergelim. (uma por lanche).

Biscoitos integrais light, tipo cookies – Jasmine, Taeq, por exemplo. (quatro a seis unidades).

Biscoitos salgados integrais: clube Social ou Nefist. Eles contêm menos sódio e possui mais fibras. (um pacotinho).

Frutas: banana, maçã, pêra, ameixa ou aquelas cortadinhas a exemplo de mamão, melancia, melão e manga.

Castanhas: do Pará, caju e amêndoas. (máximo quatro unidades).

Frutas desidratadas: banana passa (uma a duas unidades), ameixa seca sem caroço ou damasco (até quatro unidades), maça e/ou abacaxi desidratados (até 10 fatias finas).

Se puder acondicionar adequadamente em uma bolsa térmica: iogurte light, desnatado ou “zero”. Polengui light (uma unidade).

Sanduíche caseiro light

Pão de forma integral light – duas fatias
Salada crua à vontade – alface americana, crespa ou roxa; agrião; rúcula; cenoura crua ralada; beterraba crua ralada; palmito; champignon; tomates variados; azeite; e orégano polvilhado.
Uma porção de proteína entre as opções abaixo:

•         Uma fatia de peito de peru light, blanquet de peru ou presunto magro;
•         Um ovo de galinha cozido e ralado com uma colher de chá de requeijão light;
•         Um filé de boi ou frango (50g);
•         Atum conservado em água (duas colheres de sopa cheias);
•         Queijo branco, requeijão light ou cream chese;
•         Hambúrguer light (meia fatia).